1. local, data e ordem
A apresentação ocorrerá dia 20 de Janeiro de 2010 das 10h00 às 13h00, e das 15h00 às 19h00 no Laval, DeCA-UA. Com a excepção dos trabalhadores-estudantes todos os alunos devem estar presentes durante o período das apresentações, sendo chamados a qualquer momento segundo uma ordem pré-estabelecida pelos professores.
2. suportes, conteúdos e regras para a apresentação do projecto
2.1 elementos que já existem (ou a melhorar)
2.1.1. maqueta ou protótipo (nos casos em que o artefacto desenvolvido já pode suportar a realização de testes em acção de uso efectivo).
2.1.2. sistema de embalagem.
2.1.3. livro de instruções de montagem / desmontagem;
2.1.4. página ou dupla página de catálogo, orientada para a sua divulgação do produto junto do grande público.
2.1.5. caderno de registo das anotações, reflexões, desenhos, imagens e ideias desenvolvidas durante o projecto. Um caderno de registo é entendido como um conjunto organizado e coerente de folhas.
2.2. elementos novos
2.2.1. cartaz impresso (400 x 570 mm) que sintetize a informação pertinente sobre o projecto do artefacto, designadamente ao nível de materiais, dimensões e do seu conceito.
2.2.2. apresentação audio-visual (vídeo, animação ou slide-show) com o máximo de 3 minutos sobre o produto em que constem os seguintes elementos: exposição, (compra), transporte, montagem, utilização, desmontagem, transporte, remontagem (se diferente da montagem inicial).
Os alunos devem fazer upload do vídeo em campus.ua.sapo.pt (é possível definir se esse vídeo é público ou privado). Para questões técnicas sobre o upload do vídeo clicar aqui. No caso de optarem por fazer um slide-show, devem transforma-lo em vídeo de forma a poder fazer o respectivo upload. O upload do vídeo deve ser realizado até à meia-noite do dia 19 de Janeiro.
2.3. elementos facultativos
Blog, post, ou afins que contenha a informação considerada pertinente sobre o respectivo projecto, conceito, argumento e processo.
A vantagem dos trabalhos e das apresentações poderem ser vistas a partir da net é apreciável, tanto no caso desta apresentação como no vosso futuro, já que assim, em qualquer circunstância poderão apresentar o vosso projecto. E se ganharem este hábito será fácil organizarem um portefólio, elemento cada vez mais importante na vida profissional.
Transcrevo um texto que apresenta a filosofia e o modo de funcionamento do Laboratório Contagio.Trata-se de um texto aberto que necessita ser reflectido e questionado.
Este post inaugura uma série que tentará sistematizar recursos sobre temas que foram abordados ou que sejam considerados importantes
Na JOHNNY HOLLAND MAGAZINE encontrei um curioso post da designer Vicky Teinaki que resume a questão da relação entre design e fenomenologia, e que começa com a seguinte provocação:
"Do you know about phenomenology? If you’re an interaction designer, you should. It’s a branch of philosophy that will change the way you work, especially if you’re used to the idea of ‘invisible interfaces’. But it’s highly likely you don’t, as up until now phenomenology has been one of academia’s best kept secrets. I hope to change that by giving you a quick guide to this thought provoking field and its relevance to interaction design."
Considero absolutamente essencial contrariar o pensamento dominante numa sociedade que desdenha da filosofia, da arte e, consequentemente, da sua própria identidade e cultura. Nessa sociedade, desdenhar-se-á, sem consciência, da dimensão filosófica, ética e reflexiva do design.
Torna-se também cada vez mais óbvio que um designer não pode ser encarado como um técnico que dá uma resposta eficaz a um problema ou programa pré-definido. Para se ser designer, o designer depende da sua capacidade de pensar (bem) o (seu/nosso) mundo, ou seja, está dependente da sua mundividência e da forma como esta permite reflectir a sua prática no mundo do Outro, para o qual propõe contribuir. Mas também depende, no sentido de se afirmar pragmaticamente, de ser capaz de demonstrar a "bondade" e capacidade efectiva desse pensamento. Nesse cenário, um blog afigura-se como uma ferramenta potencialmente eficaz e económica. Os blogs (diminutivo de weblogs) ou os microblogs (p.ex. twitter) são ferramentas de comunicação que, como bem sabemos, se têm revelado cada vez mais poderosas. Não obstante, esse poder depende exclusivamente do empenho e sagacidade do autor ou autores da respectiva edição.
Queria agradecer ao designer Hugo Silva a sua participação na aula de hoje. E aproveitar para lhe dar publicamente os parabéns pelo trabalho desenvolvido. E claro, ao Carlos Santos e sua equipa que, contra muitas contrariedades, desenvolveram um notável trabalho (que, espero, irá continuar).
Vamos hoje iniciar a migração da disciplina para o sapocampus. Até ao fim desta semana devemos ter todos um blog (no mínimo) onde estará a investigação dos projectos individuais. Começaremos por explorar este sistema e reflectir sobre o material que pode ser publico e a informação que se deverá manter confidencial, ou melhor, que deverá estar reservada, por enquanto, à comunidade da turma.
Proponho também criar blogs e/ou wikis sobre tópicos que nos pareçam importantes e estratégicos serem debatidos. Apelo à participação de todos, tanto na construção da informação individual como na reflexão conjunta sobre os projectos e tópicos que estão em cima da mesa. Ou do ecrã.